Banner_10-5-16

30
abr

Quais são as principais qualidades que definem um bom professor? De acordo com um estudo produzido pelo grupo editorial britânico Pearson, as competências socioemocionais contam mais do que o domínio de conteúdos ou as habilidades de ensino. Após ouvir familiares, alunos, educadores, administradores, pesquisadores e representantes políticos brasileiros, a pesquisa identificou que no topo da lista aparecem características como relacionamento, profissionalismo, paciência e dedicação.

Realizado entre março e novembro de 2015, o relatório Global Survey of Teacher Effectiveness (Pesquisa Global de Eficácia do Professor, em livre tradução) fez um levantamento em 23 países para identificar quais são as características-chave de um bom professor. No Brasil, que teve resultados semelhantes ao de outros países em desenvolvimento, como México, Índia e África do Sul, foram entrevistadas mais de 500 pessoas nas capitais Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Para os estudantes brasileiros, a paciência é a principal qualidade de um bom professor (13%). Em seguida, aparecem as características voltadas para o relacionamento (12,8%), o profissionalismo (11,4%) e as habilidades de ensino (7,3%). Já para os líderes escolares, as habilidades de ensino aparecem na primeira posição (11,4%).

Os pais também apresentam uma percepção muito parecida com a dos estudantes, destacando qualidades como profissionalismo (14,2%), relacionamento (13,2%) e paciência (11,8%). Na mesma direção, os professores ainda destacam a dedicação (9,8%) como uma característica-chave, além das outras já apontadas pelos pais e alunos.

Em diferentes posições, algumas características se repetem entre as quatro mais citadas pelos diferentes entrevistados. No entanto, os pesquisadores e representantes políticos ainda destacam outra qualidade, que está relacionada ao gerenciamento da sala de aula (8,4%). Essa habilidade aparece na quarta posição, atrás apenas de relacionamento (12,2%), paciência (12,2%) e dedicação (10,7%), respectivamente.

A partir do levantamento, o estudo traz algumas reflexões para a realidade educacional brasileira, como a necessidade de desenvolver a inteligência socioemocional dos professores para apoiar a construção de relações de confiança. E quando o assunto é formação de professores, os resultados também demonstram que os educadores devem ser treinados para desenvolver liderança e colaboração.

Por este motivo a Educaline apresenta os Melhores cursos de Educação para professores do Brasil valorizando a excelência do ensino.

27
abr

Desde 1996 com a nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394/96), a educação infantil passou a integrar a Educação Básica, juntamente com o ensino fundamental e o ensino médio. Segundo a LDB em seu artigo 29:

A educação infantil, primeira etapa da educação básica tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.

De acordo com a Lei, a educação infantil deve ser oferecida em creches para as crianças de 0 a 3 anos, e em pré-escolas para as crianças de 4 e 5anos. Porém ela não é obrigatória. Dessa forma, a implantação de Centros de Educação Infantil é facultativa, e de responsabilidade dos municípios.

Diferente dos demais níveis da educação, a educação infantil não tem currículo formal. Desde 1998 segue o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, um documento equivalente aos Parâmetros Curriculares Nacionais que embasa os demais segmentos da educação Básica.

Segundo os Referenciais, o papel da educação infantil é o CUIDAR da criança em espaço formal, contemplando a alimentação, a limpeza e o lazer (brincar). Também é seu papel EDUCAR, sempre respeitando o caráter lúdico das atividades, com ênfase no desenvolvimento integral da criança.

Não cabe à educação infantil alfabetizar a criança. Nessa fase ela não tem maturidade neural para isso, salvo os casos em que a alfabetização é espontânea.

Segundo os Referenciais, devem ser trabalhados os seguintes eixos com as crianças: Movimento, Música, Artes Visuais, Linguagem Oral e Escrita, Natureza e Sociedade e Matemática.

O objetivo é o de desenvolver algumas capacidades, como: ampliar relações sociais na interação com outras crianças e adultos, conhecer seu próprio corpo, brincar e se expressar das mais variadas formas, utilizar diferentes linguagens para se comunicar, entre outros.

Alguns aspectos previstos nos Referenciais para adequar as escolas de educação infantil às necessidades das crianças são desconhecidos da maioria dos pais, tais como: As escolas devem ter duas cozinhas, uma para as crianças de 0 a 3 anos e outra para crianças de 4 e 5 anos, o espaço físico deve ser de 2 m² por criança em sala, e inclusive deve ter fraldário e lactário independentes da sala de aula.

A ênfase da educação infantil é ESTIMULAR as diferentes áreas de desenvolvimento da criança, aguçar sua curiosidade, sendo que, para isso, é imprescindível que a criança esteja feliz no espaço escolar.

A Educaline sempre a frente do tempo promovendo os melhores de cursos para professores no mercado de trabalho, que servem para a elevação funcional, orientando os professores com cursos especiais com profissionais habilitados e experientes. Veja conferir nosso site PREMIADO COMO OS MELHORES CURSO DE EDUCAÇÃO DE 2015.

© EDUCALINE BRASIL | Todos os direitos reservados | Powered by TOTALIZE INTERNET STUDIO