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09
abr

O universo religioso e cultural é abrangente e complexo. Dentro desse mundo, a educação existe para formar e informar sobre as leis que regem os indivíduos e a sociedade. Religião e cultura são os elementos essenciais à formação da cidadania.

Os desafios inerentes à sociedade são inúmeros. Evidencia-se uma humanidade em crise existencial, tanto em suas relações grupais quanto organizacionais. Nesse universo a indagação inata dos indivíduos sobre a sua origem e ?destino? como SER humano tem se tornado, cada vez mais, causa de pertinentes angústias, desencadeando um processo de busca que parece não ter fim.

Entendendo o indivíduo como ser único, que necessita de formação integral em todas as áreas, a transcendência e a necessidade do conhecimento, que estabelecem relações entre si não pode passar despercebido pela Escola, pois pressupõe a formação do indivíduo em seu todo e voltada para a ação social consciente à mudança. Isto permite estabelecer uma relação com seu próximo, voltada para a solidariedade e respeito para com os outros.

O papel do educador é fundamental nesse processo, pois é ele quem irá estar em maior contato com o educando, necessitando ser capaz de articular a relação entre a teoria e a prática, a informação e o conhecimento, sendo o mediador da construção e elaboração do saber científico sistematizado no espaço escolar.

A escola tem por objetivo o ensino da compreensão e da realidade, baseando-se no conhecimento e na informação, com o objetivo de formar cidadãos dinâmicos e criativos. O exercício da cidadania torna o aluno e o professor mais compreensivos quanto à participação de modo consciente na sociedade, na qual questionarão comportamentos, atitudes e valores, cabendo ao professor o desenvolvimento do respeito mútuo e as regras básicas de convivência.

Para tanto é necessário que o docente possua conhecimentos específicos sobre as diversas áreas científicas, saiba transpor e articular teoria-prática didaticamente, de maneira coerente, numa postura gestora de cooperação em sala de aula. É necessário um aprimorar constante, a busca qualitativa de elementos teórico-práticos para que em sua vivência haja coerência de seus atos docentes.

Ao longo da história da educação, percebe-se uma preocupação quanto à formação dos professores para o Ensino Religioso. Não é fácil encontrar soluções, porque sua identidade está sendo definida. Além disto, há uma crença que o professor de Ensino Religioso não pode somente ter estudos acadêmicos, mas deve agrupar conteúdos específicos à área e a formação religiosa.

A relevância deste curso consiste em auxiliar a educação no que diz respeito a práticas pedagógicas mais eficazes para os professores de Ensino Religioso, que terão um material mais consistente que os auxiliará na preparação das aulas e atividades para as crianças. O conteúdo da disciplina Ensino Religioso é o fenômeno religioso e esse se mostra como a busca do ser humano à procura de transcendência, que englobaria tanto uma experiência pessoal, quanto uma experiência religiosa vivida em grupos, em comunidades ou pelas Tradições Religiosas.

O conhecimento religioso deve ficar ao lado de outros, colaborando para o aprofundamento da vida coletiva dos educandos e para a vivência da autêntica cidadania. Discutidos esses conhecimentos poderiam explicar o significado da existência humana. Integrariam, dentro de uma visão de totalidade, os vários níveis de conhecimento que são responsabilidade da escola: o sensorial, o intuitivo, o afetivo, o racional e também o religioso.

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08
abr

Este curso para professores deseja ser um convite ao questionamento do ensino da leitura e da escrita e os problemas relativos à falta de interesse da literatura nas nossas escolas, investigando a importância da leitura na alfabetização. O presente material não tem pretensão de sanar todas as deficiências que a alfabetização enfrenta e nem sequer apresentar fórmulas definidas. O que se pretende é alertar o professor e oferecer alguns subsídios teóricos e práticos para enfrentar com mais segurança a alfabetização.

A escola é um espaço propício para a iniciação ao mundo letrado, devendo promover experiências significativas com a linguagem oral e a escrita, cuja função e responsabilidade é garantir a todas as crianças o acesso aos saberes linguísticos necessários para o exercício da cidadania. O domínio da língua adquire importância, enquanto instrumento de comunicação e expressão de idéias, pensamentos, sentimentos, bem como de acesso às informações, construção de visões de mundo e produção de conhecimento.

Em relação ao papel fundamental da leitura e da escrita no desenvolvimento cultural da criança, pode-se dizer que ela tem ocupado lugar muito estreito na prática escolar. Ensina-se as crianças a ler e a escrever mecanicamente, mas não se estimula a ler com prazer e perceber a leitura e a escrita como meio de interação social.

Ensinar crianças, participar, mediar a aquisição da linguagem oral e escrita requer por parte do professor uma investigação de como a criança se apropria e elabora esse conhecimento. A escrita, embora sendo uma função social não é contudo uma prática comum a todos os indivíduos. O obstáculo mais severo para o desenvolvimento escolar está nas séries iniciais do ensino fundamental e a causa que fundamenta a retenção do aluno é a não aquisição das noções de leitura e escrita.

O compromisso com a criança e a qualidade do ensino é essencial, tornando possível a superação de inúmeros obstáculos. Esse compromisso não pode estar simplesmente ancorado no vazio, apoiado em bases não sólidas. Exige competência do professor e conhecimento teórico que embase o desenvolvimento de seu trabalho numa rica organização de técnica, conteúdo, atividade, didática e postura adotada. A combinação desses fatores eleva a qualidade da interação facilitando o processo.

07
mar

Aprender faz parte do ser humano. Seria impossível a sobrevivência do homem sem a aprendizagem. Quando um indivíduo para de aprender, põe em risco sua própria capacidade de viver, já que aprendizagem é a habilidade das pessoas mudarem para enfrentar as novas situações da vida, readaptando-se. A questão é que algumas vezes esse aprendizado encontra obstáculos, principalmente na vida escolar.

Diante desta situação a escola tem se preocupado com a aprendizagem dos alunos, em como motivá-los, em se criar formas para que os mesmos tenham mais interesse na educação escolar como um todo, mas parece que não se preocupam muito com um elemento essencial neste processo, o professor. Existem muitos estudos dando ênfase a motivação dos alunos, mas pouco se fala no professor, engrenagem de vital importância no ensino/aprendizagem, pois este exerce papel essencial nessa prática. Pouco se questiona como ele encontra disposição e forças para impulsionar os seus alunos na busca do saber, de onde retira entusiasmo para trabalhar com dedicação e compromisso.

Sabe-se que o ensino fundamenta-se na estimulação. Ensinar é, sobretudo, organizar as condições externas para que se processe a aprendizagem. Uma dessas condições é o educador. Para tanto existe a necessidade da formação continuada afim de despertar a consciência crítica acerca da educação e do papel exercido por ele na sociedade, levando em consideração os limites e possibilidades da sua ação educativa.

Portanto, considerar e/ou proporcionar a formação do educador é, sobretudo, criar condições para que o mesmo se prepare filosófica, científica, técnica e afetivamente para o tipo de ação que exerce. É promover o desenvolvimento de uma atitude crítica sobre o mundo e sua prática educacional, uma vez que o docente certamente nunca estará definitivamente formado, pois que a sua preparação se faz no cotidiano, na mediação sobre a sua prática. Sua atualização ocorrerá pela reflexão constante acerca da atuação no processo educacional, compreendendo globalmente o seu objeto de ação.

A questão fundamental do problema a ser respondida é se de fato os professores estão desmotivados e o que os levou a essa situação. Falta de incentivo e reconhecimento dos professores faz com que ocorra uma desmotivação dos docentes para ensinar, baixando sua autoestima e diminuindo o engajamento nas ações pedagógicas, assim como a qualidade do ensino.

Levando-se em conta a problemática das consequências negativas que afetam o professor, onde educadores correm os riscos de esgotamento físicos ou mentais sob o efeito de dificuldades diversas associadas a seu trabalho, é preciso considerar que o universo educativo é cenário constante de criticas sociais, condições de incertezas e mudanças aceleradas que fazem parte da lista de exigências aparentemente sem fim e o abandono da profissão parece ser uma das consequências.

Professores que conseguem responder aos desafios, superar a pressão do contexto social e as dificuldades existentes no exercício da profissão saem fortalecidos e transformados de forma positiva, afetando-se menos e conseguindo visualizar conquistas e encarar problemas de forma criativa e perseverante.

A motivação é o fator principal neste processo, uma força que surge de dentro do indivíduo, ou seja, essa energia é inerente nos seres humanos. Diante de uma situação, podem realizar ou não uma ação na presença de um desafio.

Acreditamos que não exista uma fórmula mágica para motivar uma pessoa. A falta de motivação para exercer qualquer atividade pode ser desencadeada por vários fatores. No caso do professor, podemos apontar como causas a falta de recursos materiais, de espaços para o desenvolvimento das aulas, de apoio da escola, de disciplina de alguns alunos, de compromisso por parte de alguns docentes e os baixos salários.

Diante desses fatores é necessário a aplicação de técnicas de motivação, no intuito de promover a autoestima desse professor. É importante que cada caso seja visto individualmente, pois o que motiva um professor poderá não motivar o outro, tendo em vista que as pessoas são diferentes na sua forma de ser.

Sabemos que o professor é o elemento principal para a motivação dos alunos no processo ensino/aprendizagem e que existem poucos estudos na literatura sobre a sua motivação. Para motivar o aluno, o professor deverá estar motivado, e assim certamente irá melhorar o aprendizado, o convívio no ambiente escolar e o desempenho de todos.

 

 

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