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23
nov

15
out

O professor é fundamental ao processo educativo, necessário ao contexto educacional, pois é ele quem prepara as novas gerações para uma sociedade de mudanças. É o formador, que mostra caminhos, modifica posturas, ajuda a criar uma geração de maior estímulo solidário.

Seu papel está vinculado ao fato de trabalhar com dois elementos da maior importância para a sociedade, as novas gerações e o conhecimento. São inúmeros os desafios que enfrentam diariamente em sala de aula para validar tais pressupostos. Professores buscam superar as adversidades, a falta de material, os problemas diversos que ocorrem em suas relações com os outros, e que também além do conteúdo, dominam as técnicas de transmiti-lo incentivando o aluno a expressar suas dúvidas, são os compromissos esperados deste profissional.

É preciso lembrar que a tarefa do professor é uma das mais complexas, poder participar da formação do outro, sem esquecer da sua, de suas origens e de suas dificuldades.

Conhecer e conduzir bem o aluno pelos caminhos do conhecimento faz do professor um agente essencial na formação de cidadãos, o que se pode perceber diariamente em sala de aula. Cada vez que as crianças se reúnem em grupos para fazer um trabalho, estão aprendendo a dividir responsabilidades, a defender as próprias opiniões desenvolvendo autonomia. Aprendem também sobre a disciplina e as regras que não são apenas da escola, mas da convivência social. Portanto os saberes dos professores extrapolam além do cognitivo.

O que permite ainda entender que na realidade os fundamentos do ensino são ao mesmo tempo existenciais, sociais e pragmáticos.

•  Existenciais no sentido de que um professor não é somente racional, mas age de acordo com aquilo que acumulou em termos de experiência de vida.

•  Sociais porque provém de fontes sociais diversas e adquiridos em tempos sociais diferentes.

•  Pragmáticos pois os saberes estão ligados tanto ao trabalho quanto a pessoa.

Através desses saberes o professor tem a missão complexa de transformar a sociedade.

03
ago

Içami Tiba, 74, psiquiatra, educador e escritor especializado em psicoterapia familiar, morreu neste domingo (2) em São Paulo, capital. Ele estava internado no hospital Síro-Libanês para tratamento de câncer. A causa da morte não foi divulgada.

Nascido em 15 de março de 1941 em Tapiraí (SP), Tiba era filho de imigrantes japoneses. Ele formou-se em medicina pela Universidade de São Paulo em 1968, onde depois seria professor por mais de 22 anos, sendo 15 deles como docente de Psicodrama de Adolescentes no Instituto Sedes Sapientiae. Em sua clínica particular, na psicoterapia para adolescentes, realizou mais de 77 mil atendimentos.

 

Autor de 29 livros com mais de 4 milhões de exemplares vendidos, Tiba era referência para muitos pais e educadores e se dedicava também a palestras, tendo participado de 3.400 eventos. Entre as publicações mais famosas estão "Quem Ama, Educa!", "Adolescentes: Quem Ama Educa!" e "Homem Cobra Mulher Polvo".

O educador deixa a esposa Maria Natércia, os filhos Natércia, André e Luciana e os netos Kaká e Dudu.

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